O mar foi sempre um companheiro enigmático e fascinante para o homem. Sereno quando lhe apetece, mas sempre perigosamente sereno. Talvez seja esse infinito desconhecido que torna todos os elementos ligados ao seu mundo fortes fontes de inspiração para quem vive o mar, o viveu ou simplesmente gosta de o contemplar. Como o nome indica, este candeeiro inspira-se nas boias que, dançando ao ritmo das ondas, são objectos ao mesmo tempo muito poéticos e relaxantes. A forma simples mas icónica permite jogar com os materiais, criando um contraste delicado, sempre à procura do justo equilíbrio. O candeeiro compõe-se de três zonas bem distintas: um vidro transparente na base, um vidro opaco na parte superior e um anel de madeira que os separa. Diferentes tipos de luz e jogos subtis e agradáveis de cores e sombras nascem quando se acende o candeeiro, dando vida a um ambiente envolvente.